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Salmo 131 – uma aproximação psicoteológica

Senhor, o meu coração não é soberbo
nem os meus olhos são altivos;
não me ocupo de assuntos grandes e maravilhosos demais para mim.
Pelo contrário, tenho feito acalmar e sossegar a minha alma;
qual criança desmamada sobre o seio de sua mãe,
qual criança desmamada está a minha alma para comigo.
Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre.

Eis a atitude da criança que sabe seu tamanho e sua fragilidade – nascemos em desamparo, e uma das tarefas da vida, segundo Freud, é aceitá-lo na infância e na vida adulta, – pois perante forças da natureza e perante a morte, não temos domínio. Penso que aceitação do desamparo na presença de Deus é uma das portas que se abre neste salmo.

Mas quero me deter no versículo 2, e tal como estou aprendendo com a tradição judaica, me abrir para duas possibilidades de interpretá-lo, sem decidir por uma delas:

 

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    • Sobre o autor(a):

    • Karin Hellen Kepler Wondracek

Senhor, o meu coração não é soberbo nem os meus olhos são altivos; não me ocupo de assuntos grandes e maravilhosos demais para mim. Pelo contrário, tenho feito acalmar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada sobre o seio de sua mãe, qual criança desmamada está a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre. Eis a atitude da criança que sabe seu tamanho e sua fragilidade – nascemos em desamparo, e uma das tarefas da vida, segundo Freud, é aceitá-lo na infância e na vida adulta, – pois perante forças da natureza ...

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